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Ah, a internet! O tempo áureo das revistas de RPG impressas já passou há alguns anos, e agora com a tal de “Web 2.0” parece ter sido enterrada de vez. Comunidades de novas revistas digitais e blogs pipocam no Orkut, usuários ávidos criam seu próprio material e colocam num meio de mediana circulação, enriquecendo o RPG brasileiro. Se antes umas poucas revistas impressas e sites em html tosco da geocities era tudo o que os brasileiros tinham à disposição, hoje a situação é bem diferente. Nada mais de downloads de livros à 2.5kb/s pelo IRC em canais de RPG obscuros.
Os usuários consomem aquilo que eles mesmo estão produzindo. Uma tendência global, dizem. Coisas como a espada ancestral dracônica são erros um tanto comuns que demonstram a baixa qualidade de muitas coisas que são produzidas e publicadas. É aí que entra justamente a necessidade de um “filtro” que faça uma triagem e traga um material já balanceado e bem elaborado desde sua concepção para todos. As engrenagens dos próprios usuários entram em ação mais uma vez.
Revistas como a Távola RPG, Vulto Salvador e RPG Magazine trazem ótimas matérias num nível de qualidade surpreendente, mas infelizmente o ritmo de atualização delas deixa muito a desejar. Lançamentos que atrasam e ritmo trimestral são coisas comuns ainda. Não dá pra culpar uma equipe que não recebe nada pra produzir bons artigos, mas isso acaba querendo ou não atrapalhando o crescimento da popularidade delas. É como um coração que bate devagar.
Minha sugestão é criar uma grande equipe sob o nome de uma única revista, para que assim o ritmo de atualização possa ser freqüente. É claro que os cabeças possuem ego e uma grande parte deles não aceitará esta idéia por vê-la como uma afronta aos esforços “individuais” deles. Fica aqui, solto no ar, o meu conselho para que criem uma revista livre de sistemas, contudo rica em história e ambientação. Claro que se não for sobrecarga adaptar cada artigos para a maior quantidade de sistemas possíveis, ótimo; senão deixem o trabalho da mecanização dos conceitos formulados para as comunidades de Orkut ou para os próprios leitores. Apesar da Quest Magazine fazer isto, a idéia não deve se prender apenas às aventuras, deveria sim é irradiar para os outros pontos do RPG.

As regras já estão nos livros, as idéias não.

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One Comment

  1. Sim, com certeza Havoc, a web esta tomando conta. Nunca vi tantas revistas digitais, tanta gente querendo expor conteúdo. Graças aos tempos atuais, a essa nova fase que chamam de Web 2.0, muita gente está começando a expor mais seus trabalhos.
    Quanto a qualidade acho que sempre haverá seus altos e baixos. O facinante é a possibilidade agora de mais fácilmente qualquer com um pouco de esforço expor seu conteúdo…


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