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Pessoalmente creio que a Wizards terá muito trabalho pela frente caso queira escrever a 4ª edição de D&D sem se apegar aos wargames. Basta olhar para Storytelling que se percebe os laços fortes de Dungeons And Dragons com suas origens. Níveis, dados de vida, magias…
Muita coisa precisará ser reestruturada para um “balanceamento” assim por dizer dentre por exemplo, talentos. Por que ninguém pega Agile ou Athletics em sã consciência caso não seja requisito de CdP? A resposta está no nível 20: Enquanto você gasta um precioso talento para ganhar +2 em duas perícias, neste nível você possui 23 graduações. Este bônus dos talentos de agora só são relevantes talvez até o 7º nível, quando um personagem possui 10 graduações e modificador de atributo. Depois disso pra quê +2 se você geralmente só enfrenta coisas de CD 15? Só as perícias resistidas (Hide vs Spot, Move Silently vs Listen, Bluff vs Sense Motive) é que, por vezes, fazem com que jogadores escolham os seus respectivos talentos.
A idéia é que Alertness tenha vários “níveis” de bônus, e que os talentos tenham “custo”. Um humano de 1º nível teria digamos cinco pontos de talento, para pegar o Alertness que dá +1 em ouvir e observar ele gastaria um destes pontos; para o que dá +2, três pontos; e assim sucessivamente.

Aqui vai um artigo de um fórum com alguns destes pontos que tornam D&D algo preso demais ao wargame.

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