Este post é uma continuação deste aqui.

Manto do Submundo Ao ser vestido, este manto negro inicialmente gera dois efeitos, o primeiro o personagem passa a matar toda pequena forma de vida ao seu redor, indo desde pequenas plantas ate insetos. No segundo efeito, qualquer animal se sentira profundamento incomodado na presenca do personagem e farã o possivel para fugir. Como beneficio, o usuario do manto do submundo passa a ser considerado um objeto sem alma para qualquer magia ou habilidade similar, sendo ignorado por mortos-vivos e pode detectar forcas vitais (descobrindo assim se uma pessoa ~e realmente viva) e locais onde ocorreram mortes. Se esconder a cabe~ca com o capuz, fica tambem sendo capaz de enxergar esp~iritos e almas.

Grevas do Pégaso: Adornadas com motivos de pégaso, estas grevas aumentam a mobilidade do usuário.
Bônus: Movimento básico +1.

Aljava das Flechas Incontáveis: Esta aljava de aparência comum é capaz de criar qualquer tipo de flecha apenas com o pensamento do portador. Os objetos criados duram um minutos antes de se desfazerem em fumaça.

Peitoral dos Três Leões: Este adornado peitoral de aço possui em alto relevo três leões feitos à ouro. Sendo reforçado, ele ainda garante ao usuário resistência ao medo.
Bônus: DR de Steel Plate +3; Fearlessness 5.

Camisão de Cota de Malha Dupla Élfico: Feito com duas camadas e com um material mais leve, este camisão pesa o mesmo que a versão normal, porém concede maior proteção.
Bônus: DR 6/4 ao invés de 4/2.

Manoplas da Salamandra: Este par de manoplas de aço com estilo curvo e adornada por espinhos possui o poder de aquecer qualquer coisa que toque, levando dez segundos até atingir sua temperatura máxima. Como poder secundário, ela protege as mãos do usuário de qualquer ferimento proveniente do calor.
Bônus:  Após dez segundos, as manoplas causam 1d de burning damage. Se o usuário empunhar uma arma de metal, o dano é aplicado nos golpes. As mãos ganham imunidade ao calor.

Água dos Afogados: Este delgado frasco envolto por couro tem água extraída do corpo de afogados. De gosto asquerosamente nauseante, ela deve ser bebida para que o usuário se torne imune a afogamentos por aproximadamente seis horas. Qualquer pessoa que tenha seus pulmoes preenchidos por água não morrerá, mas ainda deverá expelir tudo antes que a poção perca seu efeito.
Efeito Colateral: Provoca vômitos e perda de FP, exceto contra teste de HT bem-sucedido.

Flecha de Caça: Estas flechas possuem uma cabeça de metal dentada onde ha uma gravura talhada do tipo de animal que ativam o encantamento. Uma vez que a flecha penetre a carne, a cabeça se aquece de tal maneira que se torna incandescente por alguns segundos, queimando a criatura.

Adaga do Sacrificio Quando ~e utilizada para realizar um ataque mortal contra uma pessoa, a adaga absorve parte da alma da vitima e canaliza parte de suas memorias para o usuario. Este processo maligno acaba transferindo aspectos menores de conhecimento de quem morreu para quem matou, mas tambem acarreta em disturbios de personalidade que culminam na loucura total.

Triangulos do Retorno Reliquia grega formada por tres pequenos triangulos isosceles de marmore branco e um cubo tambem de marmore, e utilizada para retornar uma pessoa magicamente ate um local seguro. Ao definir o local, os tres triangulos devem ser colocados apontando para a mesma direcao formando um circulo, e uma gota de sangue do usuario deve ser despejado em cada um dos triangulos. Uma vez feito isso, bastara girar um mecanismo do cubo que o usuario e apenas ele retornara para o local definido, desde que nao haja nenhum objeto na area apontada pelos triangulos, porque nesse caso ocorrerã morte instantanea.

Anel das Escuridao Este anel ~e feito de um metal negro e ao ser utilizado torna o personagem capaz de enxergar em plena escurid”ao. Como efeito adverso, ele ganha fotofobia e qualquer explos”ao repentina de luz o deixara atordoado ou cego por alguns instantes.

Folha de Carvalho Aparentando ser uma folha normal de carvalho, este item na verdade é para ser utilizado debaixo das roupas em áreas vitais pequenas, pois protegerá de ataques como se fosse feito de madeira de carvalho.

Maracas Tribais Ao serem tocadas estas maracas motivam os aliados proximos, tornando-os menos suscetiveis ao medo e mais resilientes e fortes nas batalhas. Se forem tocadas na hora do próprio combate, os beneficios serao mais intensos.

Capa das Sombras Esta longa capa de couro negro permite, atraves de um processo extremamente extenuante, ao usuario se transformar em uma sombra por 1 hora, nao necessariamente ininterruptamente. Como efeito colateral pelo uso da capa, a sombra do proprio usuario desaparecera enquanto ela estiver sendo vestida.

Elmo do Ciclope Este elmo de aco possui uma viseira onde nao ha frestas, exceto um enorme rubi no meio. O usuario, com a viseira abaixada, ve o mundo atraves de tons pretos e vermelhos e percebera qualquer objeto invisivel, bem como sera imune a ilusoes visuais.

M’ascara do Troll: Feita de couro com armacao de madeira, esta horrivel mascara deixa visivel apenas a mandibula. Toda vez que a pessoa que estiver usando a mascara comer a carne crua de um animal  ou pessoa morta ate’ 6 horas atr’as, ganhara suas mem’orias mais recentes. Se utilizada por mais de uma hora ininterruptamente, pelos proximos 3 dias apenas carne crua alimentara o personagem.

C’alice Sagrado: Uma vez por dia, ap’os ser preenchido com algum l’iquido e ser alvo de um ritual religioso, o c’alice purificar’a o l’iquido de tal forma que ele passar’a a ter propriedades medicinais contra qualquer doen’ca, ajudando no processo de cura.

Terço Abençoado Ao ser empunhado por um personagem enquanto se concentra, o terço revela lentamente o grau de maldade na alma da pessoa, bem como torna perceptível auras de atos malignos nos locais onde estes foram cometidos.

Medalhão da Segunda Chance: Feito de platina e ouro com um grande diamante incrustado, este medalhão salvará a vida de seu portador uma única vez, e para isso precisará estar sendo usado no exato momento. Uma vez que a pessoa morra, o diamante se tornará simples vidro e rachar’a. A partir deste momento, em 24 horas o corpo será reanimado onde quer que esteja. Membros mutilados permanecerão assim e a ressurreição não ocorrerá se a cabeça tiver sido decapitada.

Braceletes do Falcão: Feito de penas de falcão e couro, com uma palavra de comando o usuário poderá se transformar em um. A duração da forma é indefinida, mas uma vez que volte para a forma humana, a transformação só poderá ocorrer outra vez após 7 dias. Na forma de falcão o usuário é capaz de se comunicar com pássaros.

Flauta dos Sentimentos: Esta simples flauta parece a primeira vista ordinária, mas nas mãos de um artista ela consegue incutir emoções nas pessoas, como medo, raiva, felicidade e tristeza. É necessário saber tocar o instrumento, e se torna mais difícil ativar o efeito com mais ouvintes.

Incenso de Absinto: Ao ser inalado antes do sono, este incenso garante sonhos clarividentes sobre as horas subsequentes. Ainda será necessário se esforçar para se lembrar do sonho.

Luva de Veludo Negro: O usuário da luva ganha habilidade de telecinese para mover objetos até 3 metros de distância sem limite de uso. O limite de peso do objeto a ser manipulado é definido pela própria força do portador da luva.

A US rabbi accused of kidney trafficking is among dozens of politicians and other rabbis held in a major corruption sweep.Law enforcement officials say the investigation originally focused on a network they allege laundered tens of millions of dollars through charities controlled by rabbis in New Jersey and neighbouring New York.

(…)

Law enforcement officials say the investigation originally focused on a network they allege laundered tens of millions of dollars through charities controlled by rabbis in New Jersey and neighbouring New York.

(…)

It’s alleged that “vulnerable people” would give up a kidney for $10,000 (£6,000) and these would then be sold on for $160,000 (£97,000).

Através da BBC.

Enquanto isso, numa comunidade do Orkut…

2 Guerreiros de D&D 3.X lutando parecem galeões trocando tiros de canhão: um para na frente do outro e ficam trocando saraivadas até só sobrar um.

Por Havoc

Por Havoc

Sempre que eu mestrava, evitava criar um conflito entre os personagens jogadores e tratava de uní-los em torno de um objetivo em comum. Via isso como uma situação estressante e frustrante para quem perdia, que tinha que fazer uma nova ficha para se adequar ao grupo na outra sessão.

Resolvi inovar quando mestrei minha última aventura (2025, parte V) e fiz a maioria dos personagens sendo “traidores” do grupo, por assim dizer. Era como pimenta na comida, e eu me arrependi de não ter feito isso muito antes. Parte da graça veio da surpresa dos próprios jogadores, que não esperavam isso de mim, apesar de ser uma prática relativamente comum em jogos de outros mestres (como o Japa), onde já cheguei a interpretar um Rakshasa disfarçado, que entrou em um grupo para usá-los na busca por uma dungeon esquecida.

A questão é que uma traição no grupo, se bem feita através de um personagem bem trabalho e de um jogador experiente, é capaz de enriquecer enormemente a trama, seja o PJ o arqueiro soturno um filho bastardo de um rei élfico, ou o streetpunk drogado trabalhando como agente de uma megacorporação. Das minhas experiências, posso dar algumas dicas.

1 – Combine com o jogador antes. Você não precisar entregar a trama do jogo, nem dizer quais desafios irão aparecer, mas deverá perguntar como o jogador planeja realizar a traição e atuar como conselheiro dele, lembrando-o dos poderes conhecidos dos outros PJ’s.
O que ocorre sem isso: Imprevistos durante o combate ou até mesmo o desmascaramento da traição antes do momento certo.

2 – Torne o traidor um pouco mais forte. Lembre-se que ele deverá enfrentar um grupo inteiro, por isso ou aumente o seu poder efetivo (nível, atributos, equipamento), ou dê lacaios, ou permita-o armar uma emboscada ou armadilha.
O que ocorre sem isso: Diminui drasticamente as chances de vitória do traidor, resultando possivelmente em um combate rápido.

3 – Lembre-se do momento certo. Para o jogador, o momento certo será quando todos estiverem fracos ou descansando, em outras palavras, dormindo. Para o mestre, o momento ideal é no final da sessão. É trabalho tanto do mestre quanto do jogador encontrar um meio-termo para que o jogo como um todo não seja arruinado por conta de um combate feito nos primeiros 10 minutos.
O que ocorre sem isso: Frustração dos jogadores que tiveram seus personagens mortos e conseqüente abandono da partida.

4 – Trabalhe o personagem. É claro que a primeira reação do grupo será apenas se defender e neutralizar o traidor, mas o que mais desperta o interesse é descobrir que ele estava envolvido numa rede de intrigas e conspirações, abrindo assim muitas chances para plots.
O que ocorre sem isso: Torna a traição desprovida de sentido, tornando-se apenas um desafio mundano.

5 – NÃO TRAGA JOGADOR VISITANTE! Pode até não ficar óbvio, mas sempre haverá aquele clima de desconfiança quando um jogador entra no meio de uma campanha. É claro que isso pode ser comum em certas mesas e acabe nem sendo tão relevante nelas, mas ainda assim, se for necessário, pinte o traidor de bom samaritano, honesto, justo, etc. É a única maneira de amenizar a desconfiança em uma mesa que não sofreu  uma traição de PJ, porque se tiver sofrido, só sobrará a indiferença de personagem, ou seja, apenas “mais um guerreiro” ou “mais um mago”.
O que ocorre sem isso: Anulação da surpresa e do choqu da traição.

6 – Cuidado redobrado no combate. Descreva claramente a situação, tome cuidado extra na hora de contar os modificadores, siga rigorosamente a ordem de combate. É fácil deslizar em alguns desses aspectos e isso provocará protestos por parte de jogadores.
O que ocorre sem isso: Desequilíbrio e possível mudança do desfecho do combate.

 

Por Havoc

Por Havoc

Estou meio ausente no momento, apesar das férias, por conta do meu projeto de transcrever todo o meu material home-made de d20 modern para um site e traduzir para o inglês, afim de encontrar alguém que se interesse (porque aqui no Brasil não tem quase ninguém). A classe do Assassino Asiático ficou totalmente diferente do que eu planejara anteriormente e por isso vou utilizar a mecânica antiga em outra classe, esta com um novo conceito.

 

O segundo aviso é que estarei postando em breve mais um conto do Hatalibio, bem como irei falar sobre o NanoRPG, o sistema que ele andou criando que tem uma abordagem bem original, buscando se estabelecer como sistema rápido e prático.

Conheça O Resumo dos Relatórios do Experimento ‘Fábulas Mortas’:

Olá, senhores. Meu nome é Akheofis Tutthokh. Sou um Ekimmu – um ser da noite. Um vampiro. Eu fui criado por Alazzos, meu mestre e senhor, o qual me incubiu de receber e ser o anfitrião de seus convidados em nosso mundo, o qual chamamos carinhosamente de Terra. Eles foram conjurados pelos poderes de meu mestre de seu mundo, chamado Arcádia. Esta conjuração foi feita unicamente para fins de estudo do comportamento destas raças em nosso Plano, em vista que Alazzos já reconheceu, em seus 352 anos sobre o mundo, duas dessas criaturas e uma delas – cuja qual despertou o interesse deste por esse estudo – estava “vampirizada”. Desde então, Alazzos começou á procurar rituais para conjurar tais seres, até que conseguiu o ritual correto.

O ritual foi um sucesso, como o previsto. As criaturas conjuradas vieram em número de três: um ser humanóide, de pele branca, esguio, de orelhas pontudas, que poderia ser categorizado – e será feito de agora em diante nesse estudo – como um “elfo”; o segundo era a antítese do primeiro, um ser baixo, feio, de pele verde, orelhas pontiagudas, olhos rubros, dentes afiados e rosto rude, o qual categorizamos como um “goblin”; e o terceiro era um ser bastante diminuto, de 26cm, humanóide, de traços raciais semelhantes àos do elfo, mas com um par de antenas esverdeadas, como as de um inseto, e seis pares de asas insetóides. Nós categorizamos a última criatura como um “pixie”. Inicialmente, o contato com essas criaturas foi estranho, mas não demais; Alazzos conhecia um pouco do mundo e da natureza desses seres. Eles estavam assustados (o goblin estava especialmente irritadiço), mas meu mestre pôde comunicar-se com eles utilizando-se de meios mágicos. Demoramos dois meses para aprender a “língua feérica”.

É interessante como passamos, com os anos, a descobrir fatos interessantes sobre essas criaturas. Por exemplo, elas eram especialmente ingênuas sobre as nuances do mundo: todos acreditaram piamente em meu mestre quando este disse que a conjuração deles foi um acidente mágico. Normalmente, ele alegou também que não conhecia meios para que estes retornassem, mas “deu sua palavra” que iria pesquisar para tal, e seria prudente que eles se mantivessem por perto – e assim meu mestre ganhou seus experimentos interdimensionais. Outro fato interessante sobre eles é que, com o passar dos anos, descobrimos que essas criaturas possuem uma longevidade não-natural.

2067. Dois anos se passaram com os experimentos por perto. O elfo, antes sempre feliz e irreverente, adquiriu um certo… silêncio. Já notei ele passar horas sozinho. Também tornou-se solitário (inicialmente ele desejou conhecer nosso mundo, mas depois de seis viajens pelo ‘mundo exterior’, ele decidiu que não queria mais conhecer nada). Acredito que ele percebeu que estamos enganando-o, e nunca os levaremos de volta para seu lar. Ele, porém, nunca disse uma palavra sobre o assunto – seu olhar, porém, falava por si. O goblin foi um tanto diferente: ele não só gostou de conhecer nosso mundo, como se ambientou bastante facilmente, e aprimorou suas técnicas de disfarce, fingindo ser anão, ou ter alguma deformidade física em momentos muito inoportunos. O pixie parece ser o que menos se encaixa por seu tamanho, e vive a maior parte do tempo observando as pessoas. tentei algumas sessões psiquiátricas com ele, mas ele recusa-se á falar dos problemas que lhe afligem. Um acidente infeliz também ocorreu: o elfo foi estuprado. Ocorreu um incidente de comunicação entre o elfo e um cyberpunk em sua primeira saída sozinho pela cidade, e este foi atacado por um gigolô, cujo qual acreditava que o elfo estava vendendo-se para o cyberpunk na área de atuação e controle da prostituição deste. O gigolô o estuprou e o espancou. Passamos meses tratando sua psiquê. O evento serviu para modificar ainda mais a psiquê da criatura.

2077. Dez anos se passaram. Eu mesmo continuo aqui, em meus próprios estudos, e continuando a experiência de meu mestre Alazzos. Continuamente, como sempre fiz, envio relatórios para este em sua mansão na Inglaterra. O elfo adquiriu certos costumes noturnos, e passou á misturar-se àos humanos jovens. Parece que o excesso de alegria destes alimenta o espírito da criatura feérica, deixando-o mais próximo de seu lar. O goblin regrediu; antigamente, esperto e alegre (embora um tanto sanguinolento e sádico), agora passou à exibir alguns graus de tristeza. Eu tento remediar isso medicando-lhe com antidepressivos. O pixie continua o mesmo, embora tenha tornado-se mais violento. Recentemente ele perdeu o braço após ter sido atacado por um gato de rua.

2127. Cinqüenta anos se passaram. Continuo os estudos de meu mestre, enviando relatórios sagradamente. Eu mesmo comecei meus próprios estudos. A raça feérica parece impressionante e o trabalho para vidas inteiras. Não parece haver fim para a infinidade de conhecimentos que pode-se extrair desses seres. Encontrei muitos tomos falando sobre eles, mas meu – digo, nosso – estudo parece único em todas as eras. Encontrei também informações sobre os vampiros chamados de “Arcádios”, que são exatamente humanos que foram vampirizados por criaturas ou outros vampiros que possuem o vampirismo e o sangue feérico em um mesmo corpo, e passam essa “mistura” adiante, causando alterações no corpo do humano vampirizado por último, além das mudanças para seu status de morto vivo. Essa condição deu à parecer que os seres de Arcádia conseguem suportar bem melhor o peso da “vida” na Terra – a situação de morto-vivo parece influenciar na mente do ser feérico, e parece eliminar – ou diminuir bastante – a necessidade de um “mundo mágico”. O elfo passou à demonstrar sinais paranóides e compulsivos, como lavar as mãos e trancar a porta de seu aposento, mantendo-se lá por horas à fio. Passou também à consumir cocaína, crack e LSD com freqüência. Acredito que ele já matou e roubou também (a primeira vez, creio que foi quando este chorou por uma noite inteira). O goblin sumiu há 5 anos atrás, e o encontrei dois meses depois num esgoto. Aparentemente ele passou à morar com mendigos (creio que imitando os costumes de seu povo em sua terra natal), e dormir nos esgotos. Seu corpo apresentou sinais avançados de varíola. O pixie morreu de depressão (os medicamentos não foram suficientes).

2132. Creio que após cinqüenta e cinco anos de estudos, esse experimento está concluído. O elfo (cujo qual não direi, nem disse, seu nome em todos os anos de testes, pois prefiro mantê-lo aqui como uma cobaia e objeto de experimentação) fugiu. Ele deixou uma longa carta despedindo-se de mim. Um tanto melodramática… mas isso parece ser natural de sua raça. Ela diz que ele partiu em busca de uma saída de nosso mundo e um retorno para o seu. Algo me diz que ele nunca encontrará…

Dito isso em minhas últimas palavras sobre os meus relatórios, faço oficial o término de minha vigília e a conclusão de que os seres do Plano de Arcádia não conseguem sobreviver em nosso mundo por muito tempo, pois aqui não é o lugar para seres de tamanho espírito, ingenuidade e magia. O mundo consumirá suas mentes e definhará seus espíritos até que eles morram.

Akheofis Tutthokh, Ekimmu

por Hatalibio

por Hatalibio

Cria de Alazzos
Cria de Efeu
Cria de Enkil
Cria de Akasha

Por Havoc

Por Havoc

Meu twitter já tem uns 4 ou 5 dias de vida.  Adicionei uns amigos, uma galera do RPG da internet, algumas pessoas que admiro o trabalho, além dos twitters de empresas. Apesar de toda essa diversidade inimaginável, venho percebendo algumas coisas sobre ele que me fizeram refletir sobre sua momentaneidade e hipertrofia.

O Twitter é um site onde você publica textos curtos, de uns 140 caracteres, para que as pessoas que te seguem. Você, por sua vez, vê as atualizações das pessoas que escolheu seguir. É possível conversar nele com seu amigo, presumindo que ambos tenham se “adicionado”, embora não seja tão prático pelo tamanho limitado da mensagem.

Acontece que desses quatros grupos que eu mencionei anteriormente, todos tem interesses e fins diferentes. Alguns motivam o Twitter, enquanto que outros se aproveitam dele.

O grupo dos amigos, por exemplo, eu comecei a seguir para trocar idéias e opiniões pessoais, mesmo que numa conversa improvisada no espremido espaço. Beleza, funciona para isso, pois diz o que cada um está fazendo ou pensando no momento.

O grupo dos bloggers de RPG, porém, não deu certo. A maioria criou twitters pessoais, e por isso eu acabava vendo muitas pessoas soltando muitas mensagens que eu não achava relevante, sem falar que em alguns casos a quantidade de spam irritava. Evidente que aqui o problema tinha sido eu adicionar essas pessoas ao esperar outra coisa.

As “celebridades”, por assim dizer, é que são uma enorme força. Estou seguindo, por exemplo, Banksy, Trent Reznor e William Gibson, e acho o máximo, porque o sistema passa uma sensação de proximidade nunca vista antes. Claro que eu não falo com eles, afinal de contas ninguém quer 3000 chatos no pé, mas só o fato de ver quase que em tempo real o que eles estão fazendo é um enorme avanço se considerarmos o sistema de sites.
Para este grupo, o Twitter é um útil e poderoso espaço para propaganda pessoal que é muito mais incisiva e presente, sem que os fãs se manisfetem ativamente, isto é, uma comunicação de mão única.

Por último temos os twitters de pessoas não-físicas. Wired, NewScientist, e algumas bandas. Antes de tudo eles querem propaganda, mas acabam não influenciando tanto o leitor porque todo o seu conteúdo já está em outro canto. A Wired não fica doente, a NewScientist não sai com a mulher para um jantar, o Manowar não comenta um jogo de computador. Eles são úteis, em sua utilidade eles encontram o que querem, mas não necessários.

Meu palpite sobre o Twitter? Tá na moda, e por isso cresce e vai continuar a crescer. Eventualmente a febre vai baixar e o nível de atividade também. A maioria dos usuários experimenta uma vez e não continua a usar o serviço: Nem todo mundo gosta ou tem disponibilidade para isso.

Seus amigos tem twitter e você quer ficar mais a par das novidades de algum ídolo? Então vá em frente e crie o seu. Se só quiser ficar com a parte das celebridades, tudo bem. Mas se o caso for apenas para conversar com os amigos, então melhor ficar com o MSN.